Meditação

Nós te saudamos, ó Imaculada, Maria, cheia de graça, tu que, desde o primeiro instante da tua existência, desde a tua concepção, foste preservada de todo o pecado, porque ias ser a Mãe do Salvador.

Jesús, Tú, el hijo amado del Padre, te alabamos por el Amor que tu Corazón Sagrado no revela. Traspasado por nosotros, se ha convertido en FuenteJesus, Filho amado do Pai, nós Te louvamos pelo Amor que o teu Sagrado Coração nos revela. Trespassado por nós, tornou-se Fonte de alegria e de vida eterna. Jesus, a invocação do teu Nome pacifica-nos e mantém em nós a esperança.

É verdade. Estou à porta do teu coração, de dia e de noite. Mesmo quando não ouves, mesmo quando duvidas que possa ser EU. Aqui estou, esperando o menor sinal que Me permita entrar.

Ó Senhor da minha alma, como sois o amigo verdadeiro! Sois o Todo-poderoso, quando quereis podeis, e nunca deixais de querer quem Vos quer!

Ó Deus, Só a Ti é que amo. Só a Ti procuro. Só a Ti quero servir. Só Tu deves ser o meu Senhor.

Quem és tu, doce luz que me inundas E iluminas a escuridão do meu coração? Levas-me pela mão como uma mãe, E, se me largasses, não seria capaz de dar mais um passo. Tu és o espaço que envolve o meu ser e o guarda em si,

Espírito de Cristo ressuscitado, Espírito Santo, se soubéssemos o que Te pedir para rezarmos como convém! Mas o balbuciar da nossa oração passa pelo crisol da nossa pobreza, da nossa pouca fé.

A Páscoa modela o rosto dos cristãos a partir do rosto da esperança, da coragem, da misericórdia, da audácia evangélica: a morte foi vencida, Cristo triunfou dos infernos!…

Deus amou de tal modo o mundo que, por ele, deu o que tinha de mais precioso, o seu Filho único.Este veio não para nos julgar mas para nos salvar. Certamente tudo isto surpreendeu extraordinariamente Nicodemos: um Deus que não quer julgar nem punir, mas salvar-nos, por amor por nós e por todos os homens!

O cristianismo distingue-se das outras religiões porque na sua origem encontramos um acontecimento, uma pessoa, uma experiência histórica: a experiência de fé de Abraão; a libertação do Egipto e, sobretudo, o que se passou na semana a que chamamos «santa», a paixão do Senhor, a sua morte na cruz, a descida ao sepulcro e a ressurreição ao terceiro dia.

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