Meditação

Senhor, meu Deus, desde o dia do meu baptismo, caminho contigo. Tu és o amigo dos meus dias de sol e das minhas noites de nevoeiro, foi a Ti que escolhi, ajuda-me a amar-Te e a manter-me fiel a Ti!

Na intenção do Papa Francisco a Quaresma deste ano santo da misericórdia, reveste-se de uma importância e significado muito especiais. O Papa Francisco deseja que ela seja vivida como tempo forte para experimentar a misericórdia de Deus. Um dos meios será a «escuta orante» da Palavra de Deus. Isto quer dizer que não basta «ler a Bíblia». Mais do que lê-la é preciso escutá-la, naquela atitude de quem reza, de quem adora, de quem se deixa tocar até ao lugar mais profundo e quase inacessível do seu ser.

Senhor Jesus Cristo, Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste, e nos dissestes que quem Vos vê, vê a Ele. Mostrai-nos o Vosso rosto e seremos salvos.

A estrela pára sobre a gruta, e os magos, iluminados pela graça divina, reconhecem neste casebre o palácio do recém-nascido rei do céu. Emocionados, entram; mas que lhes é dado ver para que reconheçam o rei divino, o Messias? Que é a sua garantia, diante de tanta pobreza, de que este bebé que treme e que vêem nos braços de uma menina é o seu Deus? […]

No mistério da Incarnação o Verbo faz-se carne, fez-se o que nós somos, para nós sermos o que Ele é…

Exultai, justos, nasceu o Justificador. Exultai, débeis e enfermos, nasceu o Salvador.

A pedagogia litúrgica da Igreja convida-nos a viver cada circunstância da nossa vida pessoal e comunitária à luz da palavra de Deus. No final do ano litúrgico, convida-nos a meditar sobre o nosso fim, sobre a hora mais importante de nossa vida, que é a do encontro pessoal com o Senhor no dia da nossa morte.

Oh Trindade eterna, oh mar profundo! Que mais me podíeis dar do que dar-Vos a Vós mesma? Sois um fogo que arde sempre e não se consome.

Ó vós que bebeis da torrente das delícias eternas,
 e que habitais nessa pátria imortal, nessa ditosa cidade,
 onde abundam as riquezas irrevogáveis!


Quando eu já cá não estiver, soltai-me, deixai-me partir. Tenho tanto a fazer e a ver! Não choreis ao pensar em mim! Sede reconhecidos pelos belos anos em que vos dei o meu amor. Não podeis senão adivinhar a felicidade que me destes.

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