{"id":1672,"date":"2019-02-01T12:59:13","date_gmt":"2019-02-01T12:59:13","guid":{"rendered":"http:\/\/equipes.nelsoncardeira.com\/?p=1672"},"modified":"2019-02-01T12:59:13","modified_gmt":"2019-02-01T12:59:13","slug":"la-charte-des-equipes-notre-dame-1947-1977","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/equipes-notre-dame.com\/pt\/carta-das-equipas-de-nossa-senhora-1947-1977\/","title":{"rendered":"Carta das Equipas de Nossa Senhora (1947 &#8211; 1977)"},"content":{"rendered":"<p><strong>RAZ\u00c3O DE SER DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA<\/strong><\/p>\n<p>Vivemos uma \u00e9poca de contrastes. Por um lado, o div\u00f3rcio, o adult\u00e9rio, a uni\u00e3o livre, o neomalthusianismo triunfam. Por outro lado, multiplicam-se os casais que aspiram a uma vida integralmente crist\u00e3. Alguns desses \u00faltimos fundaram as Equipes de Nossa Senhora. Ambicionam levar at\u00e9 o fim o compromisso de seu Batismo.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Querem viver para Cristo, com Cristo, por Cristo.<br \/>\nEntregam-se-LHE sem condi\u00e7\u00f5es.<br \/>\nResolvem servi-Lo sem discutir.<br \/>\nReconhecem nEle o chefe e Senhor de seu lar.<br \/>\nFazem de Seu Evangelho o fundamento da pr\u00f3pria fam\u00edlia.<br \/>\nQuerem que o seu amor, santificado pelo Sacramento do Matrim\u00f4nio, seja:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 80px;\">\u2022 um louvor a Deus;<br \/>\n\u2022 um testemunho aos homens, demonstrando-lhes com toda a evid\u00eancia que Cristo salvou o<br \/>\namor;<br \/>\n\u2022 uma repara\u00e7\u00e3o dos pecados contra o Matrim\u00f4nio.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Querem ser, por toda a parte, os mission\u00e1rios de Cristo.<br \/>\nDevotados \u00e0 Igreja, querem estar sempre prontos a responder aos apelos de seu bispo e de<br \/>\nseus sacerdotes.<br \/>\nQuerem ser competentes na sua pr\u00f3pria profiss\u00e3o.<br \/>\nQuerem fazer de todas as suas atividades uma colabora\u00e7\u00e3o \u00e0 obra de Deus e um servi\u00e7o<br \/>\nprestado aos homens.<\/p>\n<p>Porque conhecem a pr\u00f3pria fraqueza e a limita\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias for\u00e7as, como tamb\u00e9m a boa vontade que os anima; porque a experi\u00eancia de todos os dias prova-lhes o quanto \u00e9 dif\u00edcil viver como crist\u00e3os num mundo pag\u00e3o, e porque depositam uma f\u00e9 indefect\u00edvel no poder do aux\u00edlio m\u00fatuo fraternal, decidiram unir-se em equipe.<\/p>\n<p>Tais equipes n\u00e3o s\u00e3o abrigos para adultos bem-intencionados, mas sim grupos de volunt\u00e1rios, generosos e ativos.<br \/>\nNingu\u00e9m \u00e9 obrigado a ingressar nas Equipes ou nelas permanecer.<br \/>\nQuem delas fizer parte, por\u00e9m, deve com lealdade faz\u00ea-lo francamente.<\/p>\n<p>A palavra EQUIPE, preferida a qualquer outra, implica a id\u00e9ia de um fim preciso, procurado ativamente e em comum.As equipes colocam-se sob o patroc\u00ednio de Nossa Senhora. Com isto acentuam o desejo de servi-la e afirmam que n\u00e3o h\u00e1 melhor guia para levar a Deus do que pr\u00f3pria M\u00e3e de Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>M\u00cdSTICA DAS EQUIPAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>I. Aux\u00edlio M\u00fatuo<\/strong><br \/>\n<strong>1.<\/strong> N\u00e3o h\u00e1 vida crist\u00e3 sem f\u00e9 viva. N\u00e3o f\u00e9 viva e progressiva sem reflex\u00e3o. De fato, o maior<br \/>\nn\u00famero dos crist\u00e3os casados renuncia a todo esfor\u00e7o de estudo e de medita\u00e7\u00e3o, por n\u00e3o<br \/>\nconhecerem a sua import\u00e2ncia, por falta igualmente de tempo, de orienta\u00e7\u00e3o, de treino. Por isso<br \/>\nsua f\u00e9 conserva-se med\u00edocre e fr\u00e1gil; o conhecimento do pensamento divino e do ensinamento da<br \/>\nIgreja, sum\u00e1rio e fragment\u00e1rio. Conhecem mal os caminhos da uni\u00e3o com Deus. S\u00f3 t\u00eam uma id\u00e9ia<br \/>\nsuperficial das realidades familiares: casamento, amor, paternidade, educa\u00e7\u00e3o etc.<br \/>\nConseq\u00fc\u00eancias: pouca vitalidade religiosa, uma irradia\u00e7\u00e3o muito limitada.<br \/>\nOs casais das Equipes querem reagir. Assim sendo, esfor\u00e7am-se em aprofundar os pr\u00f3prios<br \/>\nconhecimentos religiosos e em avaliar as exig\u00eancias de Cristo a fim de conformarem toda sua vida<br \/>\ncom essas exig\u00eancias.<br \/>\n\u00c9, em comum que realizam este esfor\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong> N\u00e3o se trata apenas de conhecer a Deus e seus ensinamentos, mas sim de encontr\u00e1-Lo: ao estudo \u00e9 necess\u00e1rio juntar a ora\u00e7\u00e3o. Nas Equipes de Nossa Senhora, como os casais auxiliam-se mutuamente no estudo, assim tamb\u00e9m fazem na ora\u00e7\u00e3o. Rezam uns com os outros. Rezam uns pelos outros.<br \/>\n\u201cEm verdade vos digo que se dois dentre v\u00f3s sobre a terra se unirem para pedir alguma coisa a meu Pai, Ele os atender\u00e1. Porque onde dois ou tr\u00eas est\u00e3o reunidos em meu nome, eu estou no meio deles\u201d (Mt 18,19-20).<br \/>\nEscudados na promessa do Senhor, os casais das Equipes esmeram-se em n\u00e3o perder de vista a presen\u00e7a de Cristo entre eles e praticam a ora\u00e7\u00e3o em comum com alegria e confian\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong> N\u00e3o seria ilus\u00f3rio pretender ajudar os amigos a levarem uma vida espiritual, sem auxili\u00e1-los primeiramente superar as pr\u00f3prias preocupa\u00e7\u00f5es e dificuldades? \u00c9 por isso que os casais das Equipes de Nossa Senhora praticam entre si o aux\u00edlio m\u00fatuo, tanto no plano material como no plano moral, obedientes ao grande ensinamento de S.Paulo: \u201cCarregai os fardos uns dos outros e desta maneira cumprireis a lei de Cristo\u201d (Gl 6,2).<br \/>\nEsfor\u00e7am-se, portanto, para satisfazer a qu\u00e1drupla exig\u00eancia da amizade fraterna: dar, receber (\u00e9 mais dif\u00edcil do que dar), pedir (\u00e9 ainda mais dif\u00edcil), saber recusar (a simplicidade em pedir n\u00e3o pode existir onde n\u00e3o haja a simplicidade de recusar o servi\u00e7o pedido, quando este n\u00e3o puder ser prestado sem uma dificuldade excessiva).<\/p>\n<p><strong>II. Testemunho<\/strong><br \/>\nAnte os primeiros crist\u00e3os de quem nos falam os Atos dos Ap\u00f3stolos (4,32), que \u201ceram um s\u00f3 cora\u00e7\u00e3o e uma s\u00f3 alma\u201d, os pag\u00e3os admiravam-se: \u201cVede como eles se amam\u201d. E a admira\u00e7\u00e3o levava \u00e0 ades\u00e3o. Teria a caridade fraterna perdido no s\u00e9culo XX o poder de irradia\u00e7\u00e3o e de sedu\u00e7\u00e3o que possu\u00eda nos primeiros tempos da Igreja? As Equipes de Nossa Senhora entendem que, hoje como ent\u00e3o, os n\u00e3o-crentes ser\u00e3o ganhos para Cristo se virem os casais crist\u00e3os amarem-se realmente e auxiliarem-se mutuamente na procura de Deus e no servi\u00e7o \u2014 prestado aos seus irm\u00e3os. Assim o amor fraterno, ultrapassando o aux\u00edlio m\u00fatuo, torna-se testemunho<sup>1<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>DISCIPLINA DAS EQUIPES<\/strong><\/h2>\n<p>Esta m\u00edstica das Equipes, para ser viva e duradoura, exige uma regra. M\u00edstica e regra, como a<br \/>\nalma e o corpo, n\u00e3o podem passar uma sem a outra: a m\u00edstica deve ser a alma da regra: a regra, o<br \/>\nsuporte e a salvaguarda da m\u00edstica.<br \/>\nA regra deve ser suficientemente suave para n\u00e3o entravar a personalidade e a miss\u00e3o de cada<br \/>\ncasal, bastante severa para preserv\u00e1-lo da moleza.<\/p>\n<p><strong>I. A Equipe<\/strong><br \/>\nA Equipe comp\u00f5e-se de 4 a 8 casais. Um deles \u00e9 respons\u00e1vel por ela. \u00c9 importante que este n\u00famero n\u00e3o seja ultrapassado. Al\u00e9m deste limite, a intimidade torna-se de realiza\u00e7\u00e3o mais dif\u00edcil e perde em qualidade.<\/p>\n<p><strong>II. A Reuni\u00e3o Mensal<\/strong><br \/>\nA amizade resiste mal \u00e0 separa\u00e7\u00e3o. Exige encontros. \u00c9 por isso que a Equipe se re\u00fane pelo menos uma vez por m\u00eas. Eis o esquema de uma reuni\u00e3o mensal:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>\u2022 Refei\u00e7\u00e3o em comum<\/strong><br \/>\n\u00c9 muito bom come\u00e7ar a reuni\u00e3o mensal com uma refei\u00e7\u00e3o em comum, ora na resid\u00eancia de um, ora de outro dos casais da Equipe (na medida do poss\u00edvel, evidentemente). Os homens n\u00e3o inventaram nada ainda melhor que uma refei\u00e7\u00e3o para reunirem e estreitarem os la\u00e7os de amizade: n\u00e3o \u00e9, por acaso, a\u00ed que se reagrupa a fam\u00edlia? N\u00e3o \u00e9 a refei\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica que re\u00fane os filhos de Deus? Os Atos dos Ap\u00f3stolos relatam-nos que os primeiros crist\u00e3os \u201cpartiam juntos o p\u00e3o em suas casas e tomavam o pr\u00f3prio alimento com alegria e simplicidade de cora\u00e7\u00e3o\u201d (At 2,46).<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>\u2022 Ora\u00e7\u00e3o em comum<\/strong><br \/>\nA ora\u00e7\u00e3o em comum \u00e9 o grande meio para um encontro em profundidade, para a aquisi\u00e7\u00e3o de uma alma comum e para se tomar consci\u00eancia da presen\u00e7a de Cristo em meio aos seus.<br \/>\nEntretanto, ela, somente opera nestes v\u00e1rios sentidos se, suficientemente prolongada, ajudar a deixar as preocupa\u00e7\u00f5es e a fazer sil\u00eancio. Consagra-se a ela pelo menos um quarto de hora, antes da troca de id\u00e9ias.<br \/>\nLogo antes da ora\u00e7\u00e3o, os casais p\u00f5em em comum suas inten\u00e7\u00f5es. Para que sejam realmente adotadas por todos, a sua apresenta\u00e7\u00e3o deve ser suficientemente circunstanciada e deve ficar bem evidente que s\u00e3o muito caras ao cora\u00e7\u00e3o daqueles que as recomendam.<br \/>\nEvocam-se em seguida, a fim de serem tamb\u00e9m adotadas na ora\u00e7\u00e3o, as inten\u00e7\u00f5es atuais da grande fam\u00edlia cat\u00f3lica (por exemplo: crist\u00e3os perseguidos, miss\u00f5es em dificuldade, determinado esfor\u00e7o de apostolado, as voca\u00e7\u00f5es sacerdotais etc.).<br \/>\nPara que esta ora\u00e7\u00e3o em comum dilate os cora\u00e7\u00f5es e os fa\u00e7a pulsar segundo o ritmo da Igreja, comportar\u00e1 salmos, ora\u00e7\u00f5es e hinos do brevi\u00e1rio e do missal, que ser\u00e3o propostos \u00e0s Equipes na Carta Mensal. A segunda parte poder\u00e1 ser confiada \u00e0 inspira\u00e7\u00e3o de um ou de v\u00e1rios casais. Ser\u00e1 bom, entretanto, prever um tempo de sil\u00eancio, a fim de se permitir que cada um tenha um contato mais \u00edntimo e mais pessoal com Deus.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>\u2022 Troca de id\u00e9ias<\/strong><br \/>\nSituada logo depois da ora\u00e7\u00e3o, deve ser seu prolongamento. As conversas que n\u00e3o se realizam na presen\u00e7a de Deus arriscam-se a cair no diletantismo: o intelecto brinca com as id\u00e9ias, o cora\u00e7\u00e3o recusa a sua aten\u00e7\u00e3o \u00e0s verdades que exigem uma transforma\u00e7\u00e3o. Nas Equipes, \u00e9 preciso esfor\u00e7ar-se para que haja absoluta lealdade: toda verdade melhor conhecida deve inserir-se na vida.<br \/>\nAs trocas de pontos de vista somente s\u00e3o fecundas \u00e0 medida que s\u00e3o preparadas. Por isso os c\u00f4njuges devem estudar juntos o tema de estudo e enviar por escrito as suas reflex\u00f5es ao casal respons\u00e1vel da Equipe, alguns dias antes da reuni\u00e3o. Esta obriga\u00e7\u00e3o de um tempo de reflex\u00e3o em comum cada m\u00eas, que lhes \u00e9 proposta, revelou-se de grande proveito para todos.<br \/>\nO aux\u00edlio m\u00fatuo no plano do estudo exige que a troca de id\u00e9ias seja preparada por todos: \u00e9 ainda mais necess\u00e1rio neste plano que no material, onde cada um teria escr\u00fapulo em receber dos outros, sem nada lhes dar.<br \/>\nOs assuntos das trocas de id\u00e9ias n\u00e3o s\u00e3o deixados \u00e0 livre escolha das Equipes: s\u00e3o dados pela Equipe Respons\u00e1vel, n\u00e3o em nome de um autoritarismo arbitr\u00e1rio, mas com o fito de auxiliar os casais a adquirir uma vis\u00e3o t\u00e3o completa quanto poss\u00edvel do pensamento crist\u00e3o e a iniciar-se em uma aut\u00eantica espiritualidade conjugal e familiar. Os tr\u00eas primeiros anos s\u00e3o consagrados aos temas fundamentais. Primeiro ano: o casamento crist\u00e3o; segundo ano: o Dom da vida; terceiro ao: os caminhos da uni\u00e3o com Deus.<sup>2<\/sup><br \/>\nDepois desses tr\u00eas anos, as Equipes podem escolher entre v\u00e1rias s\u00e9ries de assuntos para os quais lhe s\u00e3o fornecidos, como para os tr\u00eas primeiros, plano de trabalho, question\u00e1rios, refer\u00eancias.<br \/>\n\u00c9 recomend\u00e1vel que se organizem encontros suplementares, seja para novas trocas de id\u00e9ias, seja simplesmente para alimentar a amizade.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>\u2022 Partilha e co-participa\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nNas reuni\u00f5es mensais, um momento deve ser reservado (pode ser a pr\u00f3pria refei\u00e7\u00e3o) para que<br \/>\nsejam postos em comum as preocupa\u00e7\u00f5es familiares, profissionais, sindicais, c\u00edvicas, os<br \/>\nsucessos ou fracassos, as descobertas, tristezas e alegrias de cada um.<br \/>\nAp\u00f3s a ora\u00e7\u00e3o e a troca de id\u00e9ias, um momento \u00e9 consagrado \u00e0 \u201cpartilha\u201d sobre as obriga\u00e7\u00f5es<br \/>\ndos Estatutos. Cada casal diz, com toda a franqueza, se observou, durante o m\u00eas decorrido, as<br \/>\nobriga\u00e7\u00f5es que lhe cabem em fun\u00e7\u00e3o dos Estatutos. H\u00e1, bem entendido, um dom\u00ednio mais<br \/>\n\u00edntimo e pessoal que seria errado desvendar, sob o pretexto de amizade. Nas Equipes, reagese contra este impudor, por demais freq\u00fcente hoje em dia, de casais que n\u00e3o hesitam em<br \/>\nrevelar todos os problemas da sua vida conjugal. Feita esta ressalva, insere-se na linha da<br \/>\nverdadeira caridade evang\u00e9lica a pr\u00e1tica deste p\u00f4r em comum, como tamb\u00e9m a de buscar com<br \/>\ntoda a simplicidade o aux\u00edlio m\u00fatuo fraternal. Quantos casais n\u00e3o seriam salvos da<br \/>\nmediocridade, at\u00e9 mesmo do fracasso conjugal, no dia em que n\u00e3o se sentissem sozinhos para<br \/>\nenfrentar a luta!<\/p>\n<h2>III. Retiros e dias de reflex\u00e3o<\/h2>\n<p>Se a reuni\u00e3o mensal \u00e9 um meio poderoso para que cada um aprofunde a sua vida religiosa, e para que todos criem v\u00ednculos de grande amizade crist\u00e3, mais \u00fateis ainda s\u00e3o os retiros e os dias de reflex\u00e3o. Cada casal deve fazer, pelo menos uma fez a cada dois anos, um retido fechado de dois dias inteiros. Entretanto, cada c\u00f4njuge pode ser autorizado a faz\u00ea-lo sozinho. No ano em que n\u00e3o fez o retiro, o casal deve participar de dois dias de reflex\u00e3o.<\/p>\n<h2>IV. Obriga\u00e7\u00f5es de cada casal<\/h2>\n<p>Os casais, n\u00f3s j\u00e1 vimos, v\u00eam procurar aux\u00edlio nas Equipes. N\u00e3o s\u00e3o, por outro lado, dispensados de esfor\u00e7os. \u00c9 para orient\u00e1-los e apoi\u00e1-los nos seus esfor\u00e7os que as Equipes lhes pedem um certo n\u00famero de obriga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<ul>\n<li>Que se fixem eles mesmos uma regra de vida (a grande diversidade de casais n\u00e3o permite propor a mesma para todos). Sem regra de vida, a fantasia preside frequentemente \u00e0 vida religiosa dos c\u00f4njuges, tornando-a ca\u00f3tica. Esta regra de vida (in\u00fatil dizer que cada c\u00f4njuge deve ter a sua) nada mais \u00e9 do que a determina\u00e7\u00e3o do tempo e do espa\u00e7o que cada um entende que deve dar \u00e0 participa\u00e7\u00e3o na missa, ao sacramento da penit\u00eancia, \u00e0 medita\u00e7\u00e3o, \u00e0s leituras espirituais&#8230; N\u00e3o se trata de multiplicar as obriga\u00e7\u00f5es, mas sim de defini-las, a fim de se evitar a sobrecarga ou facilidade. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma obriga\u00e7\u00e3o de dar a conhecer \u00e0 Equipe a regra de vida adotada nem a maneira como se observa. Notemos, entretanto, que muitos se beneficiaram por ter levado at\u00e9 este ponto o aux\u00edlio m\u00fatuo.<\/li>\n<li>Que rezem juntos e com os filhos, uma vez por dia, na medida do poss\u00edvel porque a fam\u00edlia como tal deve culto a Deus e porque a ora\u00e7\u00e3o comum tem um grande poder.<\/li>\n<li>Que rezem diariamente a ora\u00e7\u00e3o das Equipes de Nossa Senhora, em uni\u00e3o com todos os casais das Equipes.<\/li>\n<li>Que pratiquem mensalmente o dever de sentar-se. \u00c9 a ocasi\u00e3o, para cada casal, de fazer um balan\u00e7o da pr\u00f3pria vida.<\/li>\n<li>Que estudem conjuntamente, marido e mulher, o tema de estudos mensal e enviem suas reflex\u00f5es, por escrito, antes da reuni\u00e3o; que assistam a esta reuni\u00e3o.<\/li>\n<li>Que leiam, todos os meses , o bilhete de espiritualidade da Carta Mensal.<\/li>\n<li>Que d\u00eaem, a cada ano, a t\u00edtulo de contribui\u00e7\u00e3o, o produto de um dia de trabalho, para assegurar a vida material e a expans\u00e3o do movimento ao qual devem, de certo modo, o pr\u00f3prio\u00a0enriquecimento espiritual.<\/li>\n<li>Que entrem em contato e acolham com o cora\u00e7\u00e3o fraterno, quando se lhes oferecer a<br \/>\noportunidade, os casais de outras Equipes.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>VI. O Casal Respons\u00e1vel da Equipe<\/h2>\n<p>Uma f\u00f3rmula simples define o papel do Casal Respons\u00e1vel e assinala a sua import\u00e2ncia capital:<br \/>\n\u00e9 o respons\u00e1vel pelo amor fraterno. Dele depende que a Equipe seja uma vit\u00f3ria da caridade evang\u00e9lica e que cada casal nela encontre o aux\u00edlio de que tem necessidade.<br \/>\nRecomenda-se-lhe com grande empenho que prepare a reuni\u00e3o mensal, e muito especialmente a troca de id\u00e9ias, juntamente com o Conselheiro Espiritual.<br \/>\n\u00c9 o Casal Respons\u00e1vel que assegura a liga\u00e7\u00e3o com a equipe dirigente e, por interm\u00e9dio desta, com o conjunto das Equipes de Nossa Senhora.<br \/>\nCada m\u00eas envia \u00e0 equipe dirigente o relat\u00f3rio das atividades de sua Equipe. Estes relat\u00f3rios permitem que a Carta Mensal leve cada uma das Equipes a beneficiar-se com a experi\u00eancia das demais. Permitem tamb\u00e9m verificar, eventualmente, algum esmorecimento: a equipe dirigente pode, neste caso, vir em seu aux\u00edlio. Toda Equipe que n\u00e3o quer ou n\u00e3o pode observar as regra do jogo \u00e9 eliminada. Disciplina necess\u00e1ria: quanto agrupamentos periclitam, abafados pouco a pouco sob o peso dos membros inertes que n\u00e3o foram eliminados a tempo!<br \/>\nQuando o Casal Respons\u00e1vel \u00e9 for\u00e7ado a eliminar um casal que n\u00e3o cumpre com os compromissos das Equipes, deve faz\u00ea-lo compreender que, se o interesse geral requer o seu afastamento, a estima que se tem para com ele n\u00e3o se modificou. Esfor\u00e7ar-se-\u00e1 para que os contatos e os la\u00e7os de amizade continuem estreitos.<br \/>\nO Casal Respons\u00e1vel \u00e9 designado pelos casais da Equipe por ocasi\u00e3o de sua funda\u00e7\u00e3o, e, em seguida, no final de cada ano. Aquele que exerceu esta fun\u00e7\u00e3o durante o ano pode ser novamente designado. A equipe dirigente tem o direito de veto sobre esta designa\u00e7\u00e3o. O Casal Respons\u00e1vel da Equipe somente desempenhar\u00e1 bem a sua miss\u00e3o se recorrer \u00e0 ora\u00e7\u00e3o. Por isso os dois c\u00f4njuges assumem o compromisso, salvo impedimento s\u00e9rio, de ir \u00e0 missa um vez num dia da semana e de fazer 10 minutos de medita\u00e7\u00e3o di\u00e1ria.<\/p>\n<h2>VI. O papel do sacerdote na Equipe<\/h2>\n<p>Cada Equipe deve contar com o concurso de um sacerdote. Todos os planos de trabalho, com efeito, n\u00e3o podem substituir a contribui\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria e espiritual do sacerdote. \u00c9 ele que n\u00e3o somente d\u00e1 os princ\u00edpios, mas ainda auxilia os casais a procurarem aplic\u00e1-los na pr\u00f3pria vida. Esta colabora\u00e7\u00e3o \u00e9 frut\u00edfera. Sacerdotes e casais aprendem a compreender-se, a estimar-se, a auxiliarse mutuamente: as grandes inten\u00e7\u00f5es apost\u00f3licas do sacerdote s\u00e3o adotadas pelos casais; o sacerdote, por sua vez, lembrar-se-\u00e1 nas missas por ele celebradas, dos casais, cujos esfor\u00e7os, lutas e anseios ele conhece.<\/p>\n<h2>VII. Lan\u00e7amento de uma nova Equipe<\/h2>\n<p>Lan\u00e7ar uma nova Equipe \u00e9 coisa delicada. Um in\u00edcio por demais r\u00e1pido, sem que os objetivos e os m\u00e9todos tenham sido bem esclarecidos, determina quase sempre um fracasso. \u00c9 preciso, portanto uma prepara\u00e7\u00e3o: um m\u00ednimo de tr\u00eas reuni\u00f5es consagradas \u00e0 leitura e coment\u00e1rio dos Estatutos, sob a dire\u00e7\u00e3o de um casal designado pela equipe dirigente. Em seguida, a nova Equipe formular\u00e1 seu pedido de admiss\u00e3o tempor\u00e1ria.<br \/>\nAp\u00f3s um ano, pelo menos, far\u00e1 seu pedido de admiss\u00e3o definitiva. Se for aceito, os casais da Equipe nova, na presen\u00e7a de um casal representando a equipe dirigente, assumir\u00e3o o compromisso<sup>3 <\/sup>de observar lealmente os Estatutos das Equipes de Nossa Senhora.<\/p>\n<h2>VIII. Admiss\u00e3o de um novo casal numa Equipe<\/h2>\n<p>O novo casal deve tomar conhecimento dos Estatutos. O Casal Respons\u00e1vel (ou outro casal da Equipe designado por este) lhe transmite todos os esclarecimentos necess\u00e1rios. O novo casal far\u00e1 com lealdade, durante pelo menos um ano, a experi\u00eancia destes Estatutos, antes de apresentar seu pedido de admiss\u00e3o definitiva. No decorrer desse ano, ele vai se comprometendo com os diversos pontos dos Estatutos, \u00e0 medida que os vai estudando, e participa da partilha sobre esses pontos. Finalmente, faz o seu compromisso na presen\u00e7a da Equipe.<br \/>\nComo fazer para que o novo casal venha a ter a forma\u00e7\u00e3o de base adquirida pelos outros casais da Equipe no decorrer dos anos anteriores? Compete ao Casal Respons\u00e1vel ajud\u00e1-lo a estudar os temas fundamentais, podendo dispens\u00e1-lo, durante algum tempo, de responder aos question\u00e1rios que v\u00eam sendo estudados na Equipe.<\/p>\n<h2>IX. A Carta Mensal<\/h2>\n<p>Entre a equipe dirigente e as Equipes, por mais afastadas que se encontrem, um contato estreito \u00e9 muito necess\u00e1rio. Nem \u00e9 menos importante que haja entre as pr\u00f3prias Equipes um la\u00e7o fraternal, feito de conhecimento m\u00fatuo, colabora\u00e7\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA Carta Mensal, endere\u00e7ada a cada casal, estabelece e mant\u00e9m esta dupla liga\u00e7\u00e3o, vertical e horizontal. Encontram-se nela as not\u00edcias das Equipes, o relato das experi\u00eancias mais interessantes, o bilhete de espiritualidade a que j\u00e1 nos referimos, textos de ora\u00e7\u00e3o, informa\u00e7\u00f5es etc.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>X. O Casal de Liga\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Embora muito \u00fatil, a Carta Mensal n\u00e3o \u00e9 ainda suficiente para que os la\u00e7os entre a equipe dirigente e as Equipes sejam t\u00e3o estreitos e fecundos quanto \u00e9 desej\u00e1vel. \u00c9 aos Casais de Liga\u00e7\u00e3o que se atribui a incumb\u00eancia de atingir tal objetivo. Com esta finalidade, a equipe dirigente lhes confia a liga\u00e7\u00e3o com aproximadamente 5 Equipes. Os Casais de Liga\u00e7\u00e3o s\u00e3o recrutados entre os casais parisienses (ou de regi\u00f5es onde as equipes s\u00e3o numerosas). Seus freq\u00fcentes contatos com equipe dirigente ajudam-nos a transmitir seus impulsos e a mant\u00ea-la a par das aspira\u00e7\u00f5es e necessidades das Equipes. Gra\u00e7as a eles, as rela\u00e7\u00f5es entre as Equipes e a equipe dirigente, em lugar de serem puramente administrativas, t\u00eam uma nota de cordialidade fraternal.<\/p>\n<h2><strong>XI. A equipe dirigente<\/strong><\/h2>\n<p>A equipe dirigente comp\u00f5e-se de sacerdotes e de casais. N\u00e3o \u00e9 unicamente um \u00f3rg\u00e3o administrativo, mas sim o \u00f3rg\u00e3o motor de todo este corpo constitu\u00eddo pelo conjunto das Equipes. A sua miss\u00e3o consiste em manter viva a m\u00edstica e forte a disciplina. Seus membros devem viver junto a Deus pela ora\u00e7\u00e3o e junto das Equipes por meio de uma atenta amizade.<br \/>\nPor sua vez, os casais das Equipes devem apoi\u00e1-la com as suas ora\u00e7\u00f5es, e auxili\u00e1-la com as suas\u00a0 observa\u00e7\u00f5es e sugest\u00f5es.<br \/>\nOs casais n\u00e3o consideram a sua entrada nas Equipes de Nossa Senhora e a sua ades\u00e3o aos Estatutos como um fim, mas sim como um ponto de partida. A lei do casal crist\u00e3o \u00e9 a caridade.<br \/>\nOra, a caridade n\u00e3o tem limites, a caridade n\u00e3o conhece repouso.<\/p>\n<p><strong>Nota 1<\/strong><br \/>\n<em>As Equipes de Nossa Senhora e as par\u00f3quias<\/em><br \/>\nJ\u00e1 afirmamos que as Equipes n\u00e3o s\u00e3o uma organiza\u00e7\u00e3o de apostolado, mas um grupo de espiritualidade. Isto n\u00e3o significa \u2014 bem ao contr\u00e1rio \u2014 que elas se recusem a responder aos apelos do clero, quando este acha por bem confiar-lhes responsabilidades na par\u00f3quia. Poderia ser citado o exemplo de numerosas Equipes que assumiram a organiza\u00e7\u00e3o da ajuda m\u00fatua entre fam\u00edlias, de retiros ou dias de reflex\u00e3o para casais, de retiros pascais, da prepara\u00e7\u00e3o ao casamento, e que trazem um concurso precioso aos esfor\u00e7os de pastoral lit\u00fargica ou mission\u00e1ria de seus vig\u00e1rios, constituindo-se, para ele, em s\u00f3lido ponto de apoio.<\/p>\n<p><strong>Nota 2<\/strong><br \/>\n<em>As Equipes de Nossa Senhora e a revista L\u2019Anneau d\u2019Or<\/em><br \/>\nTrata-se de duas coisas distintas. A L\u2019Anneau d\u2019Or n\u00e3o \u00e9 uma revista das Equipes; um assinante da revista n\u00e3o ser\u00e1 necessariamente um membro do movimento. \u00c9 certo que o esp\u00edrito \u00e9 o mesmo, havendo de ambas as partes a mesma vontade de promover o reino de Cristo nos lares.<br \/>\n\u00c9 verdade, ainda, que a L\u2019Anneau d\u2019Or \u00e9 um precioso instrumento de trabalho para as Equipes, e que as pesquisas e os esfor\u00e7os destas \u00faltimas trazem uma contribui\u00e7\u00e3o muito importante para a reda\u00e7\u00e3o da revista. O fato \u00e9, por\u00e9m, que a L\u2019Anneau d\u2019Or se dirige a um p\u00fablico bem mais amplo, e que nem todos os seus colaboradores s\u00e3o das Equipes.<\/p>\n<p><strong>Nota 3<\/strong><br \/>\n<em>Para o futuro<\/em><br \/>\nOs presentes Estatutos n\u00e3o s\u00e3o fixados de modo imut\u00e1vel. Desejam ter vida, logo podem ser<br \/>\nsubmetidos a ajustes. Os casais das Equipes dever\u00e3o esfor\u00e7ar-se para levar ao conhecimento da<br \/>\nequipe dirigente aquilo que, pela sua experi\u00eancia, lhes parecer suscet\u00edvel de melhorias, de<br \/>\nmodifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><span style=\"color: #999999;\"><sup>1<\/sup> O uso do termo \u201ctestemunho\u201d em vez de \u201capostolado\u201d \u00e9 proposital. N\u00e3o que os casais das equipes\u00a0 recusem o apostolado. Mas justamente porque eles j\u00e1 est\u00e3o, em sua maioria, engajados, de forma decisiva e diversificada, nos movimentos de A\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica, nas atividades paroquiais, sociais, profissionais, c\u00edvicas (e os que porventura n\u00e3o o estivessem, logo perceberiam esta necessidade), a a\u00e7\u00e3o os leva a sentir a falta que faz uma vida espiritual forte. \u00c9 para enriquecer esta \u00faltima que eles v\u00eam para as Equipes (nota do texto original).<\/span><\/h6>\n<hr \/>\n<h6><span style=\"color: #999999;\"><sup>2<\/sup> Em certos casos, as Equipes podem ser autorizadas a modificar esta ordem (nota do texto original).<\/span><\/h6>\n<hr \/>\n<h6><span style=\"color: #999999;\"><sup>3<\/sup> As psicologias de nosso tempo s\u00e3o freq\u00fcentemente hostis a tais gestos de compromisso, como se fossem in\u00fateis ou como se constitu\u00edssem apenas um espet\u00e1culo. Mas, pela reflex\u00e3o, logo se descobre que os compromissos perdem sua for\u00e7a na medida em que os ritos desaparecem. Da mesma forma, ali\u00e1s, que os ritos perdem o sentido, quando n\u00e3o traduzem um compromisso em profundidade (nota do texto original).<\/span><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vivemos uma \u00e9poca de contrastes. Por um lado, o div\u00f3rcio, o adult\u00e9rio, a uni\u00e3o livre, o neomalthusianismo triunfam. Por outro lado, multiplicam-se os casais que aspiram a uma vida integralmente crist\u00e3. 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